Com um legado de oito anos à frente do Estado, Reinaldo Azambuja (PL), candidato ao Senado, não vai focar sua campanha apenas no que foi feito em Mato Grosso do Sul. O ex-governador tem adotado um discurso mais afiado nas pautas nacionais, com defesa do centro-direita e ataques diretos e frequentes ao PT no governo federal.
Reinaldo também incorporou no seu discurso e nas mensagens divulgadas nas redes sociais a defesa efetiva das pautas da direita brasileira, como a questão da família, economia mais liberal e críticas diretas às bandeiras tradicionais da esquerda. No entanto o principal alvo é a gestão do presidente Lula, que é considerada por ele um desastre e atraso ao país.
Reinaldo disse quem será uma missão difícil “tirar um partido que tá enraizado no poder, que está usando as estruturas da máquina pública e que está afundando o Brasil na mais profunda crise”, mas que é preciso “arregaçar as mangas”. “Nós vamos ter realmente que arregaçar as mangas e ir pra rua se a gente quer derrotar o adversário que é esse Governo. O Brasil não aguenta mais 4 anos de PT. Se já está ruim agora, vocês imaginam o que virá pela frente”.
O candidato afirmou que a união conservadora em Mato Grosso do Sul virou exemplo para o país: com o atual senador Nelsinho Trad (PSD) aceitando ser seu primeiro suplente e as adesões do ex-governador André Puccinelli (MDB) e da deputada federal Rose Modesto (União Brasil).
Este discurso mais efetivo pelas pautas partidárias tem uma direção certa: os votos dos eleitores que em maioria são de direita no Estado, que vão somar a sua base eleitoral que já é forte nos municípios, após uma gestão que ajudou as cidades quando foi governador. Esta é a receita que Reinaldo está seguindo ao pé da letra.
Fonte: Redação
Foto: Chico Ribeiro/Ascom